quarta-feira, 4 de abril de 2012

Cromo n.º 49 - Jean-Marc Bosman



O homem que mudou o mundo cão da bola. Ou não. Não confundir com o Johnny, que também jogou na Bélgica mas era holandês. Isto e muito mais no good old school style panini da ORDEM.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Cromo n.º 48 - Carlos Secretário



Regresso à actividade, com um cromo que fala por si. Mais do que um no Real Madrid. Com este penteadinho tem ali uns traços de Jim Carrey no melga/cable guy, não tem?

sexta-feira, 2 de março de 2012

Cromo n.º 47 - Pablo Aimar



Espero que seja o homem do clássico hoje. Nutro por este jogador grande admiração desde os tempos do Valência, onde sempre me pareceu uma versão morena e superior do João Vieira Pinto. Por falar nesse, parece que nunca fui vendido a custo zero, afinal... isso e muito mais pode ser lido no blog com nome CABELO DO AIMAR.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Cromo n.º 46: Robert McDonald



Do tempo em que só havia loja homónima no Saldanha ou nem isso. Festejava os golos como ninguém. Ainda hoje me faz coiso de ir procurar ao youtube e não ser tão bom como eu recordo: um joelho no chão, o outro a fazer um ângulo de 90º, e a celebração das mãozinhas que não sei ao certo se era uma dancinha disco ou se uns tiros de pistolas muito pouco masculinas.

E há quem confunda com o Peter Houtman, pelo cabelo e pela altura em que passou por Lisboa, mas a verdade é que este inglês veio da Holanda, mais concretamente do PSV. Aliás, o gajo fez lá grande parte da carreira e ainda anda por lá, como manager ou técnico de cabeleireiro num clube amador que é o DOVO.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Cromo n.º 44 - Sá Pinto



O primeiro cromo repetido da nossa colecção. Acho que merece. O homem pode ter sangue azul, dizer-se verde, mas fica com uma cara ainda mais engraçada vestido de vermelho.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Cromo n.º 43 - Sá Pinto



Acho que é merecido, poucos dias depois de colar aqui o Domingos, né? Procurei um cromo dele na Real Sociedade por duas razões. A primeira era ele lá usar uma bandana preta com um símbolo descomunal da Nike. Não sei se recebia por isso, mas só encontrei este em que ele tem uma cena no nariz. Não é a mesma coisa, mas é também um cheirinho dos tiques e maeirismos dos futeboleiros nos anos noventa.

A segunda razão é porque tenho a certeza que quando ele estava no país basco chegou a dizer que o sonho dele era regressar a Portugal para o Porto, onde tinha sido junior e nunca tinha conseguido chegar à equipa principal. E eu sei que esse recorte dessas declarações mais tarde ou mais cedo vai aparecer na net.