Visto que ainda falta um para o 100, este não precisa caprichar muito... apenas o Oliver quando ainda parecia a ex-mulher do Stallone.
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Cromo N.º 99 - Oliver Kahn
Visto que ainda falta um para o 100, este não precisa caprichar muito... apenas o Oliver quando ainda parecia a ex-mulher do Stallone.
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Cromo N.º 98 - Hristo Stoichkov
Jogavas em monte, o teu primeiro nome não é Jorge, mas sim o que deve corresponder a Cristo, destoavas individualmente no carrossel colectivo do dream team montado por el flaco (com Guardiola em campo a preconizar o que faria mais tarde no banco), mas a verade é que aprendeste a marcar livres com o Stoycho Mladenov. E só te fica bem, tal como essas bolinhas na camisola, reconhecer isso publicamente.
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Cromo N.º 97 - David Ginola
O maríte joga hoje em St James Park, e o meu amigo do Sunderland que se lixe, mas eu tenho fétiche com aquele Newcastle dos mid 90's que quase ganhou o título, intrometendo-se entre os então colossos do futbeol inglês. Ou seja, o Manchester United. Eu sei que isso do "quase" é muito leonino para o meu gosto, mas estes gajos jogavam a montes à bola, e comparativamente com outro quase-campeão-outsider que tive ocasião de acompanhar na minha vida, bate o Deportivo de Djukic e o Bráguinha de Paciência aos pontos em termos de espectacularidade (aliás, usar esta palavra na mesma frase que uma equipa de Domingos... não sei não).
A referida equipa dos magpies tinha muitos craques, mas este Ginola... até por quase só ter funcionado verdadeiramente (ou com mais regularidade, digamos assim) nesta equipa, é o jogador que escolho como símbolo desse timaço. Era ele ou o Ferdinand mais velho, mas esse foi sempre uma máquina de fazer golos por onde passou.
E um dia compro uma cerveja daquelas da estrela que tá na camisola... já vi no pão de açúcar ao pé de mim, mas era caro e pensei "logo compro", agora vou ter que fazê-lo!
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Cromo N.º 96 - Frankie Vercauteren
Eis a prova que nunca se vestiu de vermelho ou, sequer, já mé, jogou por uma equipa conhecida por diabos vermelhos.
E também existe prova que a EVOLUÇÃO cromática foi numa lógica de sucessão a Sá Pinto, no que se refere a cabelo e dentição digna de quem quer ser mais parecido com uma tia de cascais.
sábado, 3 de novembro de 2012
Cromo N.º 95 - Kazu Miura
Dá ao mundial de futsal um certo aspecto de futebol de praia, mas não no sentido rix ou six nuzinho com a mão no bolso num quarto de hotel na figueira liderada por Santana... não tão rock'n roll, mais exemplo de persistência e perseverança. Um quarentão que nunca jogou um mundial de futebol de 11 conseguir tão tarde chegar a um mundial é digno de ser chamado paciência de japonês.
Tentei encontrar uma figurinha dele no Santos, sei que existe, cheguei a ver, no tempo em que bem jovem, foi para o Brasil, tentar aprender no então decadente Peixe, muito depois de Edson Arantes e muito antes de Neymar, Diego ou Robinho. Diz que era um extremo rápido, com pouca técnica... e uns anos depois chegava ao CALCIO, antes de Nakata, numa jogada tipo a que o Futre tentou vender.
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Cromo N.º 94 - Milinko Pantic
Cromo N.º 94 - Milinko Pantic
Pensei no Caminero, como símbolo daquela época atípica em que o Atlético açambarcou a dobradinha (95/96), mas esse até é referido em filmes de almodovar, não precisa de ser referido aqui por mim. Quem me fazia mais confusão ter aparecido do nada e por ter um papel preponderante era um tal de Pantic, que me parecia tipo um fantasista para equipas pobres, mas que acabou por ser figura preponderante nessa equipa com Simeone (olha, olha), Vizcaíno, Penev e Kiko. Só já não me lembro se aquele centralão com perninhas de pirata da perna de pau, o López, já estava no ocaso da sua carreira por essa altura ou não... mas dado que marcou presença no Euro96, ainda devia ser titular, sim.
Mas olhando agora para a carreira do Pantic em retrospectiva, confirma-se... apesar de ter aparecido no Partizan, depois disso nunca mais jogou em clubes de topo, digamos assim, até o seu compatriota Radomic Antic levá-lo, aos 29 anos, para Madrid. Apenas duas internacionalizações pela Jugoslávia também confirmam um bocado isso, que o pináculo da sua carreira foi o arquétipo da perfeição do Atlético nas últimas décadas.
Pensei no Caminero, como símbolo daquela época atípica em que o Atlético açambarcou a dobradinha (95/96), mas esse até é referido em filmes de almodovar, não precisa de ser referido aqui por mim. Quem me fazia mais confusão ter aparecido do nada e por ter um papel preponderante era um tal de Pantic, que me parecia tipo um fantasista para equipas pobres, mas que acabou por ser figura preponderante nessa equipa com Simeone (olha, olha), Vizcaíno, Penev e Kiko. Só já não me lembro se aquele centralão com perninhas de pirata da perna de pau, o López, já estava no ocaso da sua carreira por essa altura ou não... mas dado que marcou presença no Euro96, ainda devia ser titular, sim.
Mas olhando agora para a carreira do Pantic em retrospectiva, confirma-se... apesar de ter aparecido no Partizan, depois disso nunca mais jogou em clubes de topo, digamos assim, até o seu compatriota Radomic Antic levá-lo, aos 29 anos, para Madrid. Apenas duas internacionalizações pela Jugoslávia também confirmam um bocado isso, que o pináculo da sua carreira foi o arquétipo da perfeição do Atlético nas últimas décadas.
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Cromo N.º 93 - Oleksiy Mykhaylychenko
Oleksiy Oleksandrovych Mykhaylychenko, que eu sempre pensei que fosse Alexi ou Alecsis... aliás, o cromo tem ali um A com ponto antes do apelido que não sei, não sei... cheira-me que é um caso tipo marco/Marcel...
Não fiquei muito convencido com a equipa do Dinamo de Kiev que venceu a Taça das Taças em 85/86, e muito menos com o Belanov, que sempre considerei um bluff e que depois confirmou-se isso mesmo, acho eu. O Bola de Ouro mais sobrevalorizado de sempre e menos consagrado posteriormente, diria mesmo. E em 86 não me lembro do gajo, será que era suplente? Só um ano depois me ficou na retina pela primeira vez num grande remate à barra de Mlynarczick, no Dinamo-Porto em 87.
Encontrar um cromo dele no Kiev tá quieto, mas... visto que só jogou no Dinamo, na Sampdoria e no Rangers, que raio de equipamento amarelo é este que ele tá a usar neste cromo? Não será do próprio Dinamo, apesar da colecção dizer que é do RANGERS? O outro jogador é o Mark Walters (que esteve no Ragners até 91), será num Rangers-Dinamo? Deve ser sim, que esta camisa foi usada até 1990, último ano do gajo no Dínamo.
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